MENSAGEM DE ANDRÉ LUIZ E MESTRA NADA MENSAGENS APÓCRIFAS

MENSAGEM DE ANDRÉ LUIZ E MESTRA NADA

MENSAGENS APÓCRIFAS



Sob o olhar da Infinita Bondade Divina e sob seus auspícios, e autorizado pelo imaculado Mestre de Amor, Jesus Cristo, estamos nós aqui novamente na função de informante dos acontecimentos nos reinos do espírito.

Não nos passam desapercebidos os agitados e revoltados mecanismos dos reinos das sombras quanto ao desejo de estilhaçarem as consciências dos espiritualistas, dividindo-os neste momento ímpar na face da Terra.

Os falsos profetas sempre existiram em todos os tempos. Contudo, este é ainda um tempo da discórdia e da desunião doutrinária, forjados, porém, nos conclaves dos antros sinistros dos planos astrais de vosso planeta.

Não vos amedronte a face dos satânicos seres que vos ameaçam, devotados amigos em vaso físico que se prestam a ser os canais de Deus e dos mestres do infinito reino do Cosmos e suas intervenções na vida material dos seres humanos. No entanto, atentai para essas novas palavras de esclarecimento, a pedido dos nossos supremos e iluminados regentes dos raios da Justiça, da Verdade e do Amor sobre a Terra.

Aproximam-se eles, os inimigos do Cristo, de vós, nossos irmãos encarnados e, sobretudo, dos medianeiros de notícias dos céus, de forma ostensiva e evidente, neste ínterim evolutivo de todas as almas encarnadas em vosso orbe, quando estamos, todo o parlamento espiritual da nova Terra, e os seres maiorais de esferas superiores, em observância dos rumos que poderão ser tomados para a atenuação dos eventos sorrateiros da natureza, em prevista adequação vibratória deste ciclo atual, através da intercessão divina, demovendo centenas de articulações engendradas pelos reinos dos seres escravos dos submundos astrais da Terra.

Milhares de seres supervisores da ‘ordem’ e da ‘verdade’ em vosso plano terreno de experiências, apontados por nosso Pai amoroso, contemplam a situação do alvoroço de nossos irmãos atrasados em suas romagens evolutivas, amedrontados quanto à perda de seus poderes que jamais existiram.

Agem no ‘inconsciente coletivo’, nas camadas de pensamento que são ‘densamente concretas’ a nível ‘etérico’, atuando de forma eletromagnética, com seus aparelhos sofisticados, no intuito de algemarem mais seres a seus calabouços astrais de intentos destruidores.

Um dos mais ardilosos propósitos destes seres ingênuos quanto ao Poder absoluto de Deus sobre eles é aquele que pretende ‘confundir’, de forma muito atraente e envolvente, os seres desavisados quanto às responsabilidades de serem portavozes do mundo espiritual, os quais, julgando-se muitas vezes defendidos da influência do mal em suas atividades espiritualistas das modernas ‘canalizações’ e outras formas de conexão com os reinos do invisível, facilitam a implantação do medo e da inverdade, convictos de que amealharão muitos outros seres na sua faixa vibratória, através da qual sedimentam insistentemente, e inconformados com as destruições de muitas delas, as suas astuciosas plasmações de novos laboratórios de escravização das mentes humanas.

Altas tecnologias de magia negra tem sido a base metacientífica primordial destas esferas destruidoras compostas de seres migrados de Capela e de outros redutos do universo, em rebelião contra as suas novas transmigrações iminentes.

Pela falta de formação espiritual sólida de vários canalizadores no mundo inteiro quanto ao conhecimento sobre os mecanismos das ‘mistificações’ e quanto ao ‘animismo’ ( * ), conceitos vastamente estudados na Doutrina Espírita, acercam-se eles dos discípulos da luz mais despreparados quanto à vigilância de seus serviços de intercâmbio, promovendo a veiculação de notícias aparentemente correspondentes às verdades sobre os fatos relativos às mudanças climáticas e as que prevêem a ocorrência de abalos sísmicos, neste tempo de ascensão energética e dimensional da Terra, sem contudo, terem conhecimento da ‘planilha divina de eventos permitidos’ de acontecerem em mais uma de suas suas obras primas criadas e mantidas vivas no universo, a Terra.

Ao insuflarem as suas venenosas irradiações articuladas propositalmente para se infiltrarem nas informações que pretendem desestabilizar os centros energéticos dos espiritualistas mais afeiçoados aos fanatismos da hora planetária, imediatamente irrompe-se uma nova faixa de frequência vibratória na psicosfera coletiva do planeta, criada pela alteração do humor e da fé, do equilíbrio e do discernimento.

Nesta acomodada vertente de exposição de idéias forjadas e trazidas a público sem o necessário dispositivo da análise, discernimento e conferição de sua fidedignidade, instalam-se aquelas, definitivamente, como ‘verdades’ em muitas mentes afeitas aos ‘sensacionalismos’ de ordem espiritual.

As investidas nefastas partem agora, de forma arriscada, para o campo da inserção dos mensageiros desprevenidos nas suas listas de ‘alvos’ de suas artimanhas, corrompendo-os pela ‘hipnotização’ de seus já pretensos aliados, o que tentam promover e impetrar aos seus raciocínios na forma de ‘chips’ em determinadas áreas cerebrais, especialmente na epífise, na hipófise e no hipotálamo, cujos efeitos acarretam disfunções nervosas, de humor e de prejuízos na conexão intuitiva e mediúnica.

O caminho de ‘médiuns’ ou dos atuais ‘canalizadores’ é um ”missionato divino’, onde compete a cada qual exercer o domínio sobre ‘o que’ ou ‘quem’ pretendem que se acerquem de si.

A comunidade espiritualista moderna não atina ainda quanto às suas responsabilidades na veiculação de informações ao mundo que, além de poderem gerar novos ‘ajustes retardantes da redenção espiritual individual’, relativos à sua participação quanto à ‘expansão do equívoco ou do mal’, através de suas capacidades, ainda pode ‘desacelerar’ ou até ‘interromper’ a sua escolha como mensageiro das hostes superiores, para seu próprio bem, para que não seja prejudicada a sua escalada de méritos conquistados no decurso de suas encarnações, caso a ‘vaidade pessoal’ esteja promovendo a comunhão com qualquer linha mental espiritual gerada pela ansiedade em revelar-se como um ser especial, que almeja seja honrado pelas suas ‘habilidades ou capacidades mediúnicas’ ou por suas conexões ‘pretensamente’ articuladas às esferas celestiais.

Nesse campo gravitam muitos outros esquemas de cooptação de mensageiros e dos apregoados ‘Trabalhadores da Luz’.

Urge que os ‘emissários’ informantes dos reinos espirituais, celestes, extraterrestres ou dos reinos elementares de vosso planeta e de outros, considerados por muitos como ‘autênticos’, sejam mais minuciosamente questionados, para que não incorram em erros e quedas lamentáveis os seus canais receptores, enquanto já se encontrem assegurados de suas redenções pessoais, nesta senda evolutiva que a estrada de experiências neste planeta proporciona a todos os espíritos rumo às suas ascensões.

O desejo da exaltação de suas capacidades ‘aniquila’ a ‘confiança’ que , por ventura, nós, dos círculos da vida espiritual, ou da vida cósmica, começaríamos a ter por determinados canalizadores, que muito poderiam contribuir com as novas revelações que deveriam vir sobre a face da Terra.

A safra de canalizadores e prosélitos dos conhecimentos desta Nova Era em significativa parte está agregada, ou começando a se deixar agregar, a muitos seres trevosos, o que compete a todos eles ajuizarem sobre si mesmos para que iniciem a fazer uma preparação mais ‘abalizada’ em suas reuniões, convocando a presença da luz verdadeira em suas atividades de intermediação, a fim de que não seja pedida, pelos vossos anjos pessoais da guarda de vossas encarnações, a ‘pausa’ necessária às suas mensagens em seus grupos de trabalhos de conexão espiritual, pois que laboram em senda perigosa, do que não cogitam muitas vezes.

Evangelhos apócrifos já existiram e não podemos concordar com que mensageiros nossos, irmãos em carne física, que poderiam estabelecer autênticos elos conosco e com tantos majestosos seres universais, descambem para a inadvertência e para os arroubos nocivos da exaltação de seus nomes e feitos perante a humanidade, sendo, por vezes, inclusive, destituídos do alvará de licença divina, critério máximo de este mister lhes ter sido outorgado.

A veracidade dos fatos de ordem natural em vosso planeta não é conhecido integralmente nem mesmo pelos espíritos especialistas em ‘engenharia arquitetônica de topografia das nações dos orbes em transmutação cíclica’ nas galáxias de vida humana como a que conheceis.

Muito podem mudar os acontecimentos na dependência dos avanços morais da coletividade terrestre.


Por outro lado, exercendo a nossa ‘ubiquidade’ ( * ) amorosa, muitos seres do mundo espiritual ou celestial, que jamais se acercariam de médiuns ou canalizadores para promover o descontrole emocional e mental, quando realmente pretendem difundir alguma notícia programada pelas hostes divinas, utilizam esse sistema da ‘irradiação de suas mentes cósmicas’ em direção a diversos canalizadores atuais que possam ser os mensageiros da ‘verdade’.

Por esse mecanismo desconhecido por muitos espiritualistas e canalizadores atuais chegam muitas mensagens de diferentes estilos com o mesmo nome do autor espiritual, celeste ou extraterreno, pois que usam a mesma idéia geral que, atravessando o arcabouço cultural de cada qual e a bagagem evolutiva de conhecimentos ancestrais, fazem ser conhecidas pela coletividade aquilo que pretendem informar.

Muitas vezes os nomes que se apresentam como os autores de mensagens são apenas ‘irradiações’ desse seres, portanto.

Por outro lado, também, mui frequentemente, centenas de outras individualidades de seres da mesma égide ou raio de ação sobre a Terra, que laboram a serviço desses ‘nomes’ que portam as mensagens ao mundo, são seus verdadeiros autores.

Obviamente que não desceriam ou não se densificariam em corpos astrais e nem mesmo encontrariam condições propícias a transmissões telepáticas, em algumas reuniões turbulentas e invigilantes de muitos grupos, ou até mesmo na autonomia, cercada de riscos e sem necessários cuidados imprescindíveis por parte de vários mensageiros que trabalham sozinhos, os vultos verdadeiros do mundo espiritual, que não fazem discorrer sobre temas mais específicos e de relevãncia apenas relativa, de alçada de outros especialistas do assunto, dada a intensa atividade que tem esses seres magistrais em âmbittos de ações espirituais que exigem providências de porte, e que conclamam as suas reais presenças sutis em conclaves e conselhos intergalácticos, onde se tomam providências de escol para a humanidade.

‘Instrução’ acerca do universo paracientífico das comunicações espirituais ou de conexões com as hostes mestras da Terra ou mesmo as das consciências extrafísicas de outros recantos do universo é ao que viemos vos convidar a todos, sem generalizarmos este alerta, obviamente, quanto aos que já estão bem arregimentados das armas do conhecimento ancestral sobre as artimanhas sombrias na esfera das infiltrações nas egrégoras de sabedoria planetária.

Não caberá mais a ingenuidade e irresponsabilidade de muitos que pretendem ou consideram estar trazendo contributos verdadeiros ao planeta quanto ao conhecimento dos mistérios cósmicos universais e que, outra coisa podem estar fazendo que não o que seja fazer evoluir e crescer a comunidade terrena espiritualista realmente servidora da ‘lei divina’, como também os inocentes discípulos novos das searas de luz, desprovidos de conhecimentos acerca das leis espirituais fora da vida carnal, que se acercam de muitos ensinamentos obtidos por canalizadores desatentos de suas reais disposições, capacitações e autorizações divinas para o exercício da divulgação do que pensam ser de autoria do mundo espiritual ou de camadas outras de seres espirituais que se identificam como oriundos de outras dimensões.

Quanto a isso, pela observação e instrução superior que nos habilita a estarmos aqui no trabalho sério da elucidação premente a que o momento planetário nos concita, neste vasto campo de investigações sobre o ‘intercâmbio’ entre consciências encarnadas e desencarnadas, ocorre que os seus argumentos provêm das camadas subconscientes do seu próprio ser de alguns mensageiros e do desejo de ‘servir’ de muitas boas criaturas, também, que, com certeza, no afã de consolarem ou instruírem a humanidade com a pretensa intervenção divina em suas mensagens, faz desaguar para o terreno da ‘fantasia imaginária’ as suas criações próprias ou mistificadas.

De forma ainda mais preocupante, observamos a cena drástica do arrastamento deles mesmos e de muitos dos prosélitos que conseguem cooptar através de seus pseudomissionatos, para a correnteza da inconsequência desconhecida sobre o ‘preço’ que estarão pagando por serem incautos, lamentavelmente.

Longe de ser uma ameça, um julgamento ou um amedrontamento a muitos grupos e seres autenticamente sintonizados com as searas espiritualistas, nosso intento é o de auxiliar e alertar aqueles que ainda se arvoram a devassar o sério território da missão de ser mensageiro humano das falanges de seres superiores, sem que para isso estejam devidamente cercados de valores morais, adestrados pela sua bagagem espiritual de sabedoria conquistada sobre o intercâmbio entre esferas mentais e espirituais, ou pela sua ancestralidade sagrada, e até mesmo a consciência sobre as providências de defesa psíquica eficazes e de alcance de suporte real, autenticamente comprovado pelas experimentações nesta área, que possam abalizar suas ações neste campo de seriedade e responsabilidade universal.

Que prevaleça a ‘verdade’ sempre, e que a ‘ordem’ divina no âmbito do trabalho portentoso de se trazer informação metafísica ao domínio público seja prioritária e prevalente nas informações ao vosso mundo e não a ‘corja’ de vossos inimigos, que outra coisa não desejam a não ser ‘embargar’ a evolução da Terra e a ascensão dos seres humanos através das suas mensagens apócrifas.

Com nosso respeito a todos os leais servidores do Cristo,
André Luiz

e parceria telepática de
Mestra Nada
Mensagem psicografada por Rosane Amantéa em 20 de outubro de 2010.

* Animismo:

Influência do Espírito pessoal do médium

223. 1ª No momento em que exerce a sua faculdade, está o médium em estado perfeitamente normal?
“Está, às vezes, num estado, mais ou menos acentuado, de crise. E o que o fadiga e é por isso que necessita de repouso. Porém, habitualmente, seu estado não difere de modo sensível do estado normal, sobretudo se se trata de médiuns escreventes.”
2ª As comunicações escritas ou verbais também podem emanar do próprio Espírito encamado no médium’?
“A alma do médium pode comunicar-se, como a de qualquer outro. Se goza de certo grau de liberdade, recobra suas qualidades de Espírito. Tendes a prova disso nas visitas que vos fazem as almas de pessoas vivas, as quais muitas vezes se comunicam convosco pela escrita, sem que as chameis. Porque, ficai sabendo, entre os Espíritos que evocais, alguns há que estão encarnados na Terra. Eles, então, vos falam como Espíritos e não como homens. Por que não se havia de dar o mesmo com o médium?”
a) Não parece que esta explicação confirma a opinião dos que entendem que todas as comunicações provêm do Espírito do médium e não de Espírito estranho?
“Os que assim pensam só erram em darem caráter absoluto à opinião que sustentam, porquanto é fora de dúvida que o Espírito do médium pode agir por si mesmo. Isso, porém, não é razão para que outros não atuem igualmente, por seu intermédio.”
3ª Como distinguir se o Espírito que responde é o do médium, ou outro?
“Pela natureza das comunicações. Estuda as circunstâncias e a linguagem e distinguirás. No estado de sonambulismo, ou de êxtase, é que, principalmente, o Espírito do médium se manifesta, porque então se encontra mais livre. No estado normal é mais difícil. Aliás, há respostas que se lhe não podem atribuir de modo algum. Por isso é que te digo: estuda e observa.”
NOTA. Quando uma pessoa nos fala, distinguimos facilmente o que vem dela daquilo de que ela é apenas o eco. O mesmo se verifica com os médiuns.
4ª Desde que o Espírito do médium há podido, em existências anteriores, adquirir conhecimentos que esqueceu debaixo do envoltório corporal, mas de que se lembra como Espírito, não poderá ele haurir nas profundezas do seu próprio eu as idéias que parecem fora do alcance da sua instrução?
“Isso acontece freqüentemente, no estado de crise sonambúlica, ou extática, porém, ainda uma vez repito, há circunstâncias que não permitem dúvida. Estuda longamente e medita.”
5ª As comunicações que provêm do Espírito do médium, são sempre inferiores às que possam ser dadas por outros Espíritos?
“Sempre, não; pois um Espírito, que não o do médium, pode ser de ordem inferior à deste e, então, falar menos sensatamente. E o que se vê no sonambulismo. Aí, as mais das vezes, quem se manifesta é o Espírito do sonâmbulo, o qual não raro diz coisas muito boas.”
6ª O Espírito, que se comunica por um médium, transmite diretamente seu pensamento, ou este tem por intermediário o Espírito encamado no médium?
“O Espírito do médium é o intérprete, porque está ligado ao corpo que serve para falar e por ser necessária uma cadeia entre vós e os Espíritos que se comunicam, como é preciso um fio elétrico para comunicar à grande distância uma notícia e, na extremidade do fio, uma pessoa inteligente, que a receba e transmita.”
7ª O Espírito encarnado no médium exerce alguma influência sobre as comunicações que deva transmitir, provindas de outros Espíritos?
“Exerce, porquanto, se estes não lhe são simpáticos, pode ele alterar-lhes as respostas e assimilá-las às suas próprias idéias e a seus pendores; não influencia, porém, os próprios Espíritos, autores das respostas; constitui-se apenas em mau intérprete.”
8ª Será essa a causa da preferência dos Espíritos por certos médiuns?
“Não há outra. Os Espíritos procuram o intérprete que mais simpatize com eles e que lhes exprima com mais exatidão os pensamentos. Não havendo entre eles simpatia, o Espírito do médium é um antagonista que oferece certa resistência e se toma, um intérprete de má qualidade e muitas vezes infiel. E o que se dá entre vós, quando a opinião de um sábio é transmitida por intermédio de um estonteado, ou de uma pessoa de má-fé.”
9ª Compreende-se que seja assim, tratando-se dos médiuns intuitivos, porém, não, relativamente aos médiuns mecânicos.
“É que ainda não percebeste bem o papel que desempenha o médium. Há aí uma lei que ainda não apanhaste. Lembra-te de que, para produzir o movimento de um corpo inerte, o Espírito precisa utilizar-se de uma parcela de fluido animalizado, que toma ao médium, para animar momentaneamente a mesa, a fim de que esta lhe obedeça à vontade. Pois bem. compreende igualmente que, para uma comunicação inteligente, ele precisa de um intermediário inteligente e que esse intermediário é o Espírito do médium.”
a) Isto parece que não tem aplicação ao que se chama mesas falantes, visto que, quando objetos inertes, como as mesas, pranchetas e cestas dão respostas inteligentes, o Espírito do médium, ao que se nos afigura, nenhuma parte toma no fato.
“É um erro; o Espírito pode dar ao corpo inerte uma vida fictícia momentânea, mas não lhe pode dar, inteligência. Jamais um corpo inerte foi inteligente. E, pois, o Espírito do médium quem recebe, a seu mau grado, o pensamento e o transmite, sucessivamente, com o auxílio de diversos intermediários.”
10ª Dessas explicações resulta, ao que parece, que o Espírito do médium nunca é completamente passivo?
“É passivo, quando não mistura suas próprias idéias com as do Espírito que se comunica, mas nunca é inteiramente nulo. Seu concurso é sempre indispensável, como o de um intermediário, embora se trate dos que chamais médiuns mecânicos.”
11ª Não haverá maior garantia de independência no médium mecânico, do que no médium intuitivo?
“Sem dúvida alguma e, para certas comunicações, é preferível um médium mecânico; mas, quando se conhecem as faculdades de um médium intuitivo, torna-se indiferente, conforme as circunstâncias. Quero dizer que há comunicações que exigem menos precisão.”
Fonte: Livro dos Médiuns- Cap XIX- Allan Kardec

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** Ubiquidade:

  • Quando o pensamento está em alguma parte, a alma também o está, pois é a alma que pensa. O pensamento é um atributo (2). (LE – 89a)
(2) O pensamento é um dos atributos do Espírito; a possibilidade de agir sobre a matéria, de impressionar nossos sentidos e, por conseguinte, transmitir seu pensamento, resulta, se podemos nos  exprimir  assim, da sua constituição fisiológica: portanto, não  há  nesse  fato  nada   de sobrenatural, nada de  maravilhoso. (Allan Kardec in O Livro dos Médiuns, PRIMEIRA PARTE – CAPÍTULO II – O MARAVILHOSO E O SOBRENATURAL)
Allan Kardec in nota à resposta dada pelos Espíritos à questão 71 de O Livro dos Espíritos observa que: “A inteligência é uma faculdade especial, própria de certas classes de seres orgânicos e que lhes dá, com o pensamento, a vontade de agir, a consciência de sua existência e de sua individualidade, assim como os meios de estabelecer intercâmbio com o mundo exterior e de prover às suas necessidades.”
O Espírito que se transporta de um lugar a outro (3) e pode ter consciência da distância que percorre e dos espaços que atravessa e, subitamente se transportar para onde deseja ir, ambas as situações são possíveis, pois o Espírito pode perfeitamente, se o quiser, dar-se conta da distância que atravessa, mas essa distância pode também desaparecer por completo isso depende de sua vontade e também da sua Natureza, se mais ou menos depurada. (LE – 90)
(3) Sobre as sensações e percepções do espírito Kardec in Revista Espírita – janeiro 1866 (A JOVEM CATALÉPTICA DE SOUABE), diz que: “Da visão à distância, que resulta no transporte da alma ao lugar que ela descreve; da lucidez sonambúlica, etc.”
A matéria não oferece obstáculo aos Espíritos (4), eles penetram tudo, o ar, a terra, as águas, o próprio fogo lhes são igualmente acessíveis. (LE – 91)
(4) …para o Espírito, a matéria não oferece obstáculos, pois ele a atravessa livremente. (LE – 429)
Os Espíritos não tem o dom da ubiqüidade, ou, em outras palavras, o mesmo Espírito não pode dividir-se ou estar ao mesmo tempo em vários pontos, pois não pode haver divisão de um Espírito, contudo cada um deles é um centro que irradia para diferentes lados, e é por isso que parecem estar em muitos lugares ao mesmo tempo. Vês o Sol, que não é mais do que um, e não obstante irradia por toda parte e envia os seus raios até muito longe. Apesar disso, ele não se divide. (LE – 92)
Para responder, ao mesmo tempo, às perguntas que lhe são dirigidas, o Espírito se divide ou tem o dom da ubiqüidade?
R – O Sol é um só e, no entanto, irradia ao seu derredor, levando longe seus raios,sem se dividir. Do mesmo modo, os Espíritos. O pensamento do Espírito é como uma centelha que projeta longe a sua claridade e pode ser vista de todos os pontos do horizonte. Quanto mais puro é o Espírito tanto mais o seu pensamento se irradia e se estende, como a luz. Os Espíritos inferiores são muito materiais; não podem responder senão a uma única pessoa de cada vez, nem vir a um lugar, se são chamados em outro.

Um Espírito superior, chamado ao mesmo tempo em pontos diferentes, responderá a ambas as evocações, se forem ambas sérias e fervorosas. No caso contrário, dá preferência à mais séria.
(O LIVRO DOS MÉDIUNS – 62ª. ed. – Allan Kardec (GUIA DOS MÉDIUNS E DOS EVOCADORES) (Paris – 1861), 2ª parte, item 282, questão 30)
Os Espíritos não irradiam com o mesmo poder, bem longe disso, o poder de irradiação depende do grau de pureza de cada um. (LE – 92a)
Nota de Allan Kardec: Cada Espírito é uma unidade indivisível; mas cada um deles pode estender o seu pensamento em diversas direções, sem por isso se dividir. É somente nesse sentido que se deve entender o dom de ubiqüidade atribuido aos Espíritos. Como uma fagulha que projeta ao longe a sua claridade e pode ser percebida de todos os pontos do horizonte. Como, dada, um homem que, sem mudar de lugar e sem se dividir, pode transmitir ordens, sinais e produzir movimentos em diferentes lugares.

Fonte:  Livro dos Espíritos- cap 1  ‘Forma e Ubiquidade dos Espíritos’
Codificador da Dourina Espírita: Allan Kardec

©2010Rosane Amantéa
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