A TERRA E O PECADO DE ‘ADÃO E EVA’

MENSAGEM DE MARIA DE NAZARÉ

A TERRA E O PECADO DE  ‘ADÃO E EVA’



“Glória a Deus nas Alturas

e Paz na Terra aos Homens e Mulheres de Boa Vontade ! “





Derramem-se as bênçãos divinas generosamente sobre todos nós !

Aproxima-se desse tempo do vosso agora o encontro do ser humano com os horizontes verdadeiros da sua destinação na Terra.

Chegados são os tempos também do despojamento de todos os tipos de registros infiéis e inverídicos dos anais desta humanidade recalcitrante, porque a verdade se maculou na face desta Terra de vós.

O ser humano deixou as idéias restritas do seu pensamento primitivo tomar conta de toda uma egrégora do inconsciente coletivo, a respeito de ideologias, filosofias e tradições, deixando rastros profundos na mentalidade geral da humanidade.

Marcas que estão sendo difíceis de serem apagadas por muitos mestres que vêm se dedicando em despertar a alma humana para novas conquistas, tanto intelectuais quanto espirituais, quanto morais.


No entanto, estes sulcos profundos de todo uma semeadura que vem sendo implementada no terreno mental dos seres da Terra dificilmente serão completamente preenchidos de forma rápida como gostaríamos, todos os que governamos os destinos dos conceitos humanos.


No entanto, também, é mister que comecemos a preenchê-los com o esforço consistente de muitos seres de nossas esferas, que iniciamos a um percurso de trabalharmos ferreamente na Terra, doravante, corrigindo enganos, engodos e interpretações equivocadas ou urdidas quanto às palavras do Pai a Moisés, da palavras de Cristo aos homens, da palavra dos apóstolos e dos papados aos seguidores cristãos e da palavra fragmentada das diversas religiões.


O ser humano, desde seus primórdios, vem caminhando por estradas de aperfeiçoamento individual e coletivo regidas pela lei divina das ‘oportunidades cósmicas para o amadurecimento’, e nem sempre esteve presente na sua marcha, desde esses começos, um ingrediente de vital importância para a sua evolução: – o  ‘discernimento’  quanto aos rumos conceituais melhores a serem seguidos, ou os caminhos religiosos ou espirituais mais acertados, ou as atitudes humanas mais civilizadas quanto a esse departamento da vida de todas as sociedades terrenas até agora, ou as escolhas mais sensatas de idéias ou soluções espirituais para a humanidade por parte dos dirigentes ou líderes religiosos que se consideram aptos para o direcionamento espiritual da humanidade.


Por isso foi dada ao homem a ‘liberdade’ para que pudesse caminhar pela sua própria trajetória de pesquisa e descoberta de si mesmo, usando essa liberdade e o seu livre arbítrio ( que tem certa diferença conotativa ), nas suas escolhas pessoais em todos os aspectos da sua jornada, em todas as suas vidas, em diversos planetas de fisicalidade e em diversas regiões siderais de repouso intermediário para arregimentação de subsídios e experiências astrais e cósmicas, para que conhecesse a verdade por si próprio.

Mas, nesta busca constante de cada um, eis que houve, então, os atropelos e os desencontros entre essas liberdades individuais, essas escolhas individuais, esses modos diferentes de ver a verdade e a vida, que se chocaram em um determinado tempo cósmico aqui na Terra, quando se perdeu a consciência e o respeito também quanto à liberdade de aprofundamento gradual à ‘Verdade individual’, da obra individual única de cada qual, de cada ser, mesmo que sempre atrelado ao contexto do ‘todo’ e da grade coletiva de ascensão espiritual paulatina e conjunta.


Isto pelo fato de que cada ser divino, em trâmite para seu despertamento espiritual como essência virginal perfeita, em estando em experienciações físicas planetárias carreia, como processo pertinente às vidas humanas de expurgos, a sistemática da lei do karma, pois que, nesta fase dos planetas onde esta lei da ‘ação e reação’ está vinculada visceralmente a todas as vidas em aprimoramento espiritual, a roda da evolução, de forma natural, obriga os seres a serem freados por mecanismos de toda ordem, inclusive, então, os institucionais, como os das religiões e das leis arbitrárias dos vários setores de cada comunidade planetária.

Os povos já miscigenados aqui na Terra, oriundos de várias estações planetárias, tanto da nossa como de outras galáxias, já desde os tempos mais remotos, apesar da sabedoria de algumas delas apenas no campo tecnológico, e outras já muito iluminadas em muitas áreas, e a própria raça humana ‘terráquea’ pura, iniciada monadicamente na próprio planeta, degladiavam-se material, mental e espiritualmente, a fim de privilegiaram as suas próprias idéias, dando poder a elas, primazia a elas, em detrimento também das conquistas dos outros povos que tiveram outras experiências em vários tempos cósmicos planetários, cada qual desses povos sendo regidos por seres que caminhavam também na produção intelectual, mental nos habitantes de cada planeta.


Aqui na Terra, estando miscigenados tanto os seres altamente capacitados no terreno científico com outros mestres do amor universal, já com a alma sublimemente elevada, pelas suas conquistas no terreno da solidariedade espiritual cósmica, com outros exilados de planetas mais densamente qualificados, vinham esses também buscar, na presença dos outros mais, por tantos dos seus conhecimentos desfalcados do amor universal, a sua fração evolutiva em falta com a suprema Lei Divina da ‘Equidade Vibracional’ : ou seja, a fração moral, ou a fração mental, a intelectual, a espiritual ou a fração do descompasso de seus seres com o diapasão da totalidade cósmica, quando muitos povos siderais de perderam no sacerdócio galáctico do Mal, fora das vivenciações em corpos materiais.


No meio desses mestres de luz aqui densificados em corpos físicos humanos, entre esses seres científicos cósmicos, arquitetos, engenheiros siderais, saberiam e lembrar-se-iam, os outros seres necessitados da locupletação de seus seres, de utilizar os elementos da Terra para o seu aperfeiçoamento e para a sua ascensão gradativa.


Para falarmos do ‘Pecado de Eva’, temos que começar a concebê-la, então, como essa raiz primeva da mesclagem das raças no planeta.


Então, o ‘Mal’, o pecado humano da maculação dos seres miscigenados aqui na Terra aí teve a sua origem, e não no evento da sua mordida em uma maçã, uma hipótese fictícia de pecado, apregoado de forma simbólica pelas religiões frenadoras dos ímpetos humanos, mecanismo automático da lei divina em planetas de provas e expiações, como vínhamos esclarecendo inicialmente.


O ‘Mal’ teve a sua origem já na própria consciência despertada de seres migrantes, imigrantes que vieram trazer a sua contribuição à Terra e que se depararam com a densidade do próprio planeta em estado de amadurecimento evolutivo pela Lei do Karma, entre centenas de outras raças com as quais se deixaram aviltar pelo confronto tecnológico e espiritual, dada necessidade instintiva de preponderância sobre elas, na disputa dos poderes sobre as vidas humana, sobre a natureza planetária e sobre a posse do novo mundo em que aportaram, consequente à lembrança sombria de seus fracassos e das destruições dos planetas em que viveram em épocas temporais da eternidade.


Cada qual deixando a sua família, o seu clã, através da sua própria genética, para todas as tribos que viessem a se formar através deles, no tempo, mesmo após certas catástrofes que aconteceram em determinados períodos entre essas raças todas que aqui vieram povoar a Terra, a idéia instintiva do ‘poder’ e da ‘ascendência’ perduraram, como vemos ainda hoje na face deste planeta tão invadido em sua potencialidade majestosa, quando a mão de Deus pousa o seu dedo misericordioso para livrá-la deste conúbio de forças renitentes, marco histórico da Terra como o álbum de recordações de sua infância planetária, propulsora de sua vitória estelar.


Os que ficaram no planeta preservavam a sua qualidade própria que é sempre ‘original’, própria das suas características singulares que os identificavam no universo.


Assim como as raças das nações do próprio planeta Terra têm adversidades e modos distintos de expressar os seus fundamentos nas culturas de ‘ser’, de ‘viver’, de ‘conviver’, de se ‘relacionar’, as diferenças corporais, da cor da pele, dos formatos e feições anatômicas, e todas as perversões e diferenciações individuais dentro da própria raça, isso tudo é um exemplo de como também no universo a sabedoria do Pai dispôs quanto às suas criações estelares.


São milhares de tribos planetárias que habitam o Cosmos, cada qual com as suas vivências, seus caracteres genealógicos. Genealógicos no sentido de origens ancestrais, ignotas, completamente desconhecidas de vós, que vieram trazendo também para os seus povos, todo um colorido ímpar que deu a cada planeta toda uma individualidade planetária única, realmente.


Existem vários pretensiosos níveis de entendimento sobre a mecânica divina que viabiliza o funcionamento de toda esta engenharia sideral de criação de órbitas planetárias para a evolução dos seres, mas somente o Pai sabe como aconteceu o início.


Todas essas raças planetárias estão agregadas em esquemas ascensionais de interfaces relativas, em que cada qual delas executa o seu esforço evolutivo ímpar, através do qual esperançosamente os seus conterrâneos primavam por alcançarem autonomia ou religação com a divindade por elas mesmas, e cujos fracassos observamos todos, nós e vós, de forma evidente.


Mas, na necessidade de estarem aqui colaborando com a Terra, algumas dessas outras raças que citamos, pouquíssimas diante da quantidade inimaginável de planetas e de seres brilhantes no universo, tiveram que se aprisionar em missão cósmica de auxílio às raças em exílio neste planeta de expurgo, nesse planeta de serviço ao Cosmos, dada a lei de ‘Ajuste Vibratório Intergaláctico’, com fito de ascensão coletiva de muitos outros planetas, estrelas e sóis.


O papel da Terra na Via Láctea, a nível do planejamento superior dos mundos, representava um desafio aos maiores seres cósmicos universais.

Na própria engrenagem deste sistema solar, que conheceis muito bem, ela, a Terra, representa um manancial de recursos energéticos supraordinários, o que vos aparentará um contrasenso.



Recursos energéticos intergalácticos suprem de ‘quantuns’ específicos, de qualidade e teor próprios de sustentação orbitária cósmica e única de cada corpo estelar, a certos ‘povos’ do universo.


Isto vos parecerá, a muitos, algo abissal !


De tudo quanto já se ouve falar na Terra, a partir de todas as revelações já trazidas por vários bruxos de outras estâncias planetárias mais desenvolvidas no conhecimento galáctico e tecnológico da criação, como os dos mestres cósmicos, pelas irmandades que perlustram caminhos de desbravamento de leis ocultas aos leigos, muitas entidades sábias de todas as eras e em muitos segmentos espiritualistas, como também, certas comprovações astronômicas de pesquisadores e sacerdotes humanos sábios, a Terra, no seu funcionamento endógeno, pulsa em forma de choques vibratórios profundos.


O redemoinho energético e frequencial que se gerou a partir do ‘livre arbítrio’ para todas as raças migrantes e para a própria raça terrena que animicamente realiza o percurso evolutivo de todos os reinos da natureza até o hominal, fez culminar a Terra com o cumprimento de toda a sua ‘função galáctica’ de ‘ebulição’ planetária ou de aceleração atômica e eletromagnética que promove as várias gradações de freqüências vibratórias planetárias, agindo no contexto das órbitas cósmicas.


Serviu a Terra até agora, para muitos de vós agora espantados e lhes causando estranheza, a muitos ‘povos’ e muitas ‘tribos’ do próprio espaço, dentro de um determinado limite territorial, de um pedaço do universo, especificamente um quadrado cósmico onde a Terra se situa.


Dentre os seus vários papéis quanto à fecundidade de suas radiações, obtidas pela sua pulsação frenética, resultado de todo o ‘mal em ação’, repercutindo nas camadas estratosféricas e em círculos concêntricos que se seguem a elas, não somente nos níveis do Cosmos material, mas também em outras dimensões, a partir de um determinado ponto territorial cósmico, fazem moverem-se e extravasarem para certas regiões outras do vosso universo sideral as partículas criadoras de novos núcleos planetários densos de populações espirituais sem destino galáctico provisório.


Daí virá de vós a pergunta sobre o ‘ por que’ ?


Nós podemos por ora afirmar à humanidade terrena que, da mesma forma com que muito planetas áureos também se beneficiam dos recursos da Terra e dos fluidos cósmicos universais á disposição nos universos para a confecção astral de corpos e veículos aos seus espíritos reluzentes, na mesma proporção, ou da mesma forma, muitos outros povos siderais vêm se reabastecendo continuamente para que ela seja ‘inextinguível’ no seu propósito divino de ser, nesse território do universo, um pólo de ajuste vibracional.


Esta função tem que ser bem conceituada porque só será devidamente aceita quando tivermos a permissão divina de delinearmos verbalmente para vós a visão e o conhecimento dos seres mais responsáveis por essas técnicas de alinhamento dos planetas nas galáxias.


Podemos dizer agora, apenas, que a Terra é como um ‘fulcro’ do ‘Sistema Amitrático dos Orbes’.


‘Sistema Amitrático’ é uma concepção nova para os seres da Terra…


Assim como o corpo humano tem muitos gânglios linfáticos, imaginemos que o corpo humano seja o universo mensurável, em termos relativos, que conheceis, e que, em determinado território deste corpo, existe um gânglio linfático doente…


Com o seu papel específico de demarcar na vossa matéria que, para os vossos corpos, o limiar entre saúde e doença é denunciado por alterações no sistema linfático, como uma inflamação nos gânglios, estes se tornam os vossos salvadores, porque estão avisando a todo o sistema, a toda máquina física, a toda a sábia engrenagem divina que é o corpo humano, que o mal está se alastrando.

Com esta mesma sábia engenhosidade, em edição divina muito mais profunda, traçou o Pai o funcionamento da vida universal, com a estratégia do ‘livre arbítrio’ às raças planetárias, para que o ‘mal’ oriundo de suas aptidões instintivas nesses planetas propulsores, como é o caso da Terra e muitos milhares de outros que compõem o sistema amitrático galáctico, pudesse gerar radiações que sustente os povos em estâncias interregnas do espaço e para que denunciassem o momentum daquele gânglio específico em que aquele corpo estelar específico estivesse prejudicando a normalidade do funcionamento harmoniosos de todo o corpo univérsico.

Um gânglio doente num corpo físico mostra que aquele organismo está em vias de adoecer e morrer. No caso da Terra houve a intercessão de seres superiores para que este gânglio não fosse extirpado, mas sim curado.

O porque deste feito apoteótico de Sanat Kumara por esse gânglio que permaneceu infectado até hoje, embora passível agora da sua cura definitiva, é um dos temas que serão trazidos doravante ao conhecimento dos seres humanos.



Mas vínhamos dizendo então que o ‘mal’ terráqueo gerou-se do conflito de idéias, de valores, do confronto entre os vários pretensos poderes das inúmeras raças, disputando forças pela legitimidade de seus interesses pela dominação planetária, já desde seus primórdios…


Daí, portanto, em vosso orbe, deu-se início, então, a toda uma cadeia de radiações perniciosas.


É muito estranho para vós entender isso: –  que de toda esta aparentemente ‘infinita’,  ( pela ‘fadiga evolutiva’ é que considerias isso ) para muitos de vós,  cadeia de vossas encarnações dolorosas neste planeta, e pela existência de todos esses mecanismos de ação e reação, destes duelos intermináveis entre as facções do mal, destes confrontos terríveis entre aspirações dissonantes dos seres da Terra, das explosões da própria natureza em forma de tantas tormentas, e os tormentos também dos próprios indivíduos, na forma dos vícios, das violências, das dores, dos carmas, tudo isso possa estar ‘servindo’ ao universo.


É estranho para vós, mas é uma verdade, porque ‘nada é inútil’ no Cosmos, até mesmo, portanto, o que ocorre nos labirintos das situações adversas que a Terra tem enfrentado.


Embora vos concitemos ao Bem e ao Amor, à Evolução, Libertação e Ascensão, tem a Terra e tendes vós servido ao Pai na sua Criação.


Mas isto não quer dizer que este mecanismo divino seja uma exploração da alma humana, da alma encarnada aqui na Terra, mas sim, um ‘aproveitamento’ da situação que o próprio homem gerou, o ‘mal’ que ele elege realizar voluntariamente tendo um fruto, a sua repercussão.


Deus recicla e aproveita tudo !


Ainda mais que, a partir de toda essa engrenagem divina de manutenção da saúde universal, o Pai terá ainda mais um fruto, qual seja a de proporcionar o burilamento individual de cada ser envolvido aqui no planeta, quando Ele verá cada um deles voltar aos seu paraíso virginal sem pecados, após milhares de experiências na dualidade do bem e do mal, das vidas sucessivas e da consciência de como utilizar o seu livre arbítrio de forma favorável à libertação de sua alma desta cadeia de vidas odisséicas.


Por isso é também que, afora as leis de resgates cármicos, e para além da compreensão sobre elas, existe todo um ‘magnetismo’ gerado pela coletividade que vivencia todas essas circunstâncias, que faz com que, mesmo os seres já em trâmite para a volta às suas origens ancestrais no universo, também se sintam rebuliçados, alvoroçados por toda esta corrente que aparentemente lhes causa profundo malefício, gerado pela cadeia de conflitos e confrontos que permeia este tempo, esta era da Terra.


Através dessas eras, no entanto, desses milênios, desses séculos, todo um cipoal de adversidades que consomem ainda a humanidade, e neste mesmo redemoinho, convivem mestres, seres de luz, com os exilados de outros tempos do universo, esses obstinados seres contrários à própria ascensão.


A geração também da raça oriunda das próprias sementes espirituais da Terra, onde muitos seres, com seu princípio inteligente habitando vários elementos da natureza, progressivamente, e que aqui tiveram então, seu início evolutivo não tendo se corrompido antes, portanto, dado que o Pai cria incansavelmente seus filhos, que não somente os que já criados optaram pela descida aos planos da dualidade, ainda estão desabrochando como criaturas de mentes estreitas, infantes da evolução, o que lhes faculta uma condição de ainda se perderam em meio a esses duelos entre o bem e o mal na Terra, sendo que, por isso mesmo, cabe aos mais capacitados orientar essa massa humana sem critérios sobre a que lado deixarem-se aliciar.


Mas se aproxima o tempo em que este gânglio deve abortar-se, isto é, o planeta propulsor deixa de ser o planeta propulsor para fazer parte da corrente das artérias vivificantes das vidas planetárias já evolvidas, ou já inseridas no sistema cósmico, vamos dizer assim… de forma ‘vitalícia’.


É como se a Via Láctea fosse uma corda que tem um nó e esse nó precisa se desfazer para virar novamente uma corda intacta. É isso o que está acontecendo com o planeta, que está sendo ‘desenrolado’…


Esse ‘nó’ que está sendo extinto, está se desatando, para deixar fluir harmoniosamente a sua corrente de vida planetária e galáctica saudável….


A próxima ‘felicidade’ dos seres humanos fará essa proeza !


Por isso então a agitação dos insubmissos à vontade divina é ainda maior…


Por saberem que o seu destino agora é outro e que a sua função anterior de ‘geradores do mal’ passa a ser de outros planetas e suas humanidades designadas pelos engenheiros e geneticistas siderais, trabalham contra a correnteza divina da harmonia cósmica.


A hierarquia divina  promove todo esse mecanismo de harmonia universal.  A Terra é uma vida, é um ser do universo, com todas as suas células, com todos os seus gânglios, todas as artérias, assim como o corpo humano funciona.


Maravilhas da construção divina ainda ireis conhecer…


Mas para que vós possais conviver com esta situação de estardes aqui no turbilhão, quer sejais almas em despertamento, em andamento terráqueo, quer sejais mestres, quer sejais exilados, qualquer que seja a vossa origem do universo, sereis para todo o sempre partículas inteligentes do hálito, do Verbo, da Criação do Pai que tudo fez pelo Verbo, mas estando aqui, exatamente aqui e agora, neste período de função linfática ou amitrática da Terra.


Havereis vós que estardes muito bem “respaldados” pela ‘Verdade’ para poderdes ter discernimento, força e perseverança.


Isto eu falo como ” Maria Desatadora dos Nós “, a santa que a igreja intuiu, que é uma das minhas faces.


Ainda e não somente aqui para vós, pois que é preciso que uma consciência maior venha preponderar sobre esses limites da mentalidade humana, a respeito da minha vinda à Terra para essas revelações, neste momento, porque em muitos outros planetas como o vosso temos ido e vindo fazer o que faço agora.


Cada qual arraigado às suas crises planetárias próprias, tentando vencer a era crítica amitrática.


É preciso que o homem esteja consciente do seu papel no universo e do papel dos planetas habitáveis em várias dimensões neste universo que conhece ou em outros.


É preciso que ele saiba das viagens que faz com este seu ser cósmico universal adaptável a vários corpos e situações planetárias.


E o Brasil, dentre as nações atuais da Terra foi a eleição do Pai para fazer chegar as novas instruções espirituais aos seres humanos deste tempo da sua transição tão esperada.


A imparcialidade teórica e a abertura consciencial e conceitual são os caminhos para estas novas descobertas, porque noticias de todo este plano superior chegarão cada vez em mais espantosa velocidade daqui para frente.


É importante que cada ser vivente aqui neste núcleo planetário tenha o direito de não ser alijado do conhecimento…


É importante que todos os brasileiros e todos os povos saibam que dependem do labor espiritual intelectual novo que se operará nessas terras através de canais sérios, atravessados por outros que tentarão se imiscuir entre eles…


Observai bem as distâncias entre eles !


Que saibam que este conflito todo vivido por toda a humanidade cessará e que será extinta em si mesma esta função galáctica de ‘ser cósmico planetário’ com atribuição de tal estirpe, pois que inicia-se agora a consecução da nova destinação da Terra, cujo novo roteiro de percurso evolutivo dentro do esquema arterial da Via Láctea será traçado a este povo que aqui habita, pois ele deverá apressar, com seu contributo informativo e lúdico, através das celebrações que lhes serão ensinadas, a acelerar este movimento atual de transmutação da Terra.


É chegada uma era em que a Terra está pronta !


As sementes estão em nossas mãos, sendo generosamente derramadas neste solo, na mentalidade do povo brasileiro, receptivo que é às manifestações transcendentes, receptivo que é ao conhecimento integral da verdade, pois é um povo que busca, é um povo também de eleitos, é um povo também ‘berço’ de novos mensageiros que renascem no intuito de fomentar o avanço planetário e deixar este planeta de ter esta função primeva de gerar energia cósmica através de tanto sofrimento.


É um povo que haverá de trazer consciência, que haverá de gerar novos métodos de pesquisas, de estudos que tragam ‘alívio’  às criaturas, na área da medicina, principalmente…


Na área da ‘ciência ancestral’ serão proporcionados conhecimentos sobre o ‘Poder’ da ‘energia condensada’ em forma de ‘matéria’ e da ‘energia cósmica’ concentrada em todos os elementos da natureza que, sendo bem compreendido e aproveitado, neste momento da grande dor humana na reviravolta planetária, dará lenitivo aos seres humanos intensamente fustigados pela implacável força transmutadora deste turbilhão.


Todos aqueles que vieram colaborar com Terra, os que são ‘mestres’ e que aqui desceram nos primórdios da Terra e que ainda estão aqui vivendo deverão, nos dias de hoje, exercer o seu papel preponderante que é o de serem ‘corajosos’ e colocarem, antes que a arrogância da sua própria imagem, a fidelidade aos seus propósitos de cumprirem a finalidade a que se destinaram : – a de trazerem o seu contributo à Terra, além de terem vindo buscar também experiências espirituais evolutivas no seu contexto de aprendizes galácticos eternos.


Como disse, todos estão em evolução, mesmo que de forma relativa, vivenciando de forma semelhante, de forma solidária e irmanada em prol do avanço do planeta azul, todo este redemoinho de provações, de missões dolorosas.


Todos os conceitos que se fizeram até então sobre a alma humana na Terra que estejam destituídos da centelha verdadeira da ‘verdade’, por conceberem apenas partes ou alguns aspectos dessa verdade, ou aspectos errôneos sobre essa verdade, deverão obedecer doravante aos critérios do Governo Espiritual da Terra que falará principalmente por novos porvindouros mestres que já estão e que ainda encarnarão no planeta Terra, especialmente no Brasil.


É certo que nós mesma, como Maria, estamos colocando o nosso nome em pauta, porque o julgamento dos seres humanos não nos importa…


Tudo quanto fizemos, todos os mestres que aqui aportamos na Terra, viemos todos em nome do Pai, a seu pedido, a seu mando, sob o seu comando sábio e amoroso.


Estamos no andar cósmico que nos autoriza remexermos nestes trechos evolutivos das eras que se passam atualmente na Terra.


Estamos vindo e viemos todos colaborar tirando o homem da ignorância !

Mas demos de nós, para o vosso estreito conhecimento, apenas fagulhas do que realmente nós somos, mostrando apenas migalhas do pensamento divino sobre vós e vossas vidas planetárias.


É por isso que hoje a muitos espantará as palavras mais minuciosas de Maria, falando desses assuntos, desses aspectos embrionários que darão início aos novos apontamentos teóricos da nova Terra…


Mas é justamente com o propósito de elevar ainda mais do que pudemos até hoje fazer pelo ser humano que aqui estamos falando por esta voz, para que a visão dos seres que estão chegando ao planeta não seja obscura como tem sido até agora, porque disse o mestre: – ‘A luz se fará para todos ! ‘


É preciso que se coloque a ‘candeia sobre o alqueire’ para que todos vejam a luz !


Esse é o nosso humilde papel, e eu desafio aqueles que o estão realizando sob a nossa égide, porque romper fronteiras, devassar a ignorância humana é uma tarefa árdua, mas é como a semente do carvalho : – depois que ela é plantada anonimamente no terreno da intelectualidade humana ela desabrocha naturalmente e se torna árvore frondosa, portentosa, que dá sombra, dá alívio, descanso às almas sedentas de paz na mente e na alma por ter o direito de saber o ‘porquê’ de todas as coisas.


Podemos ainda dizer somente essas muito insipientes palavras sobre a grandeza da obra divina e sua Criação, com eleição de explicações que coincidam com a vossa capacidade ainda limitada de apreender todas as coisas.


Diante do que o Pai realmente concebe como suas próprias leis, sobre o porquê deste sofrimento planetário para a harmonia do cosmos, ainda muito tereis que caminhar em espíritos livres no Cosmos.


Mas chegará um tempo em que tudo será revelado aos próprios seres humanos da Terra, por nós ou por outros que virão mais tarde, no tempo dourado deste globo azul, quando traremos e outros trarão o ‘Conhecimento Integral da Verdade’, mesmo que apenas relativa ao vosso padrão de entendimento sobre os mistérios da Divindade.


Que o povo brasileiro seja digno para receber no seu bojo tão fecunda atribuição de ser a pioneira na devastação desta selva da ignorância humana, e que o Pai nos conceda toda a força da sua magnanimidade para começarmos a deixar algumas novas de suas bênçãos imorredouras para todos vós, muitos em conflitos no seu plano espiritual interno e outros em meio aos testemunhos de suas vidas humanas nesta experiência buriladora deste vosso mundo carnal, mas triunfante !


Que possamos caminhar por estradas floridas…que  possamos andar sobre as águas enigmáticas de vossas concepções insólitas e deixarmos uma estrada conceitual mais palpável para vossa segurança quanto ao vosso verdadeiro percurso como almas criadas para a perfeição !


Que possamos, no permeio com os seres da Terra, trazer a serenidade e a paz, principalmente a vós que nos atendeis nesta obra, principalmente aos que ainda virão trazendo o seu óbolo, o seu quinhão de luz, de responsabilidade e autoridade espiritual para a consolidação dessas novas pilastras de argumentos divinos sobre as vidas que criou !


‘Eva’ e  ‘o simbolismo do pecado pela maçã’  significam a  ‘alma feminina da Terra’  que, ‘ao morder a maçã’, ou seja, ao ‘aceitar’ o desafio do Pai, aceita o desafio de se ‘envenenar’, de ‘aceitar o ‘Mal’ que terá ‘em si mesma’, para poder corrigir falhas dos seres que caminham na sua senda de iluminação, que comprometem a harmonia desta engenharia sideral em que o Pai rege e governa os planetas e as galáxias do Universo.


E ‘Adão’ significa o próprio ‘Pai’, na sua polaridade aos vossos olhos como de força ‘masculina’, mas que manifesta-se na sua polaridade feminina como o ‘Espírito Santo’, convivendo dentro de Seu ‘Si Mesmo’ na sua concepção inconcebível para nós, de seus poderes supraordinários de contextualidade masculina e feminina.


A ‘serpente’ que ronda esta lenda significa a ‘escalada de ascensão da Terra’, na sua ‘Kundalini Cósmica’, erguendo-se de planeta propulsor para uma sintonia maior com aquelas redes cósmicas de evolução sincrônica universal.


Ainda falaremos sobre esse tema que o Mestre nos outorgou abordar em profundidade somente mais tarde, quando os conceitos religiosos que estamos abordando serão as ‘histórias infantis’ que lerão para as suas crianças os próximos pais e mães da Terra.


O tempo que ainda se perde repetindo essas necessárias ladainhas subjetivas nas lendas das religiões, através dos milênios vivenciados aqui da Terra pelas almas sedentas de novas explicações, este ‘tempo’ agora, neste momento do planeta, começa a ‘rarear’ pelas injunções a que o planeta estará se submetendo doravante, e é preciso que tenhamos uma nova postura perante a Terra a partir de agora então.


Uma postura de maior coerência com a sede que muitos já têm de não caírem na infrutificação destes caminhos teóricos inócuos, sem real libertação, sem real esclarecimento, principalmente quanto aos enigmas das religiões de todas as eras da Terra que não se deixaram clarificar pela luz dos verdadeiros sentidos das palavras de Jesus Cristo e de profetas e mestres de todos os tempos, especialmente os reencarnacionistas.


Portanto, que Deus também dê a esta serva a quem dais o nome de Maria, a autoridade espiritual que me conceda a altivez de ver-me também apedrejada ou de ver que vós aqui que estais servindo a esta obra, também serem ridicularizados. Mas assim foram muitos os que aqui vieram com o seu ‘papel’ planetário evolutivo.


Que todos juntos possamos ter a consciência do nosso dever aqui nesse planeta, como almas imortais !


Para vós, que logo em breve estareis longe dessas terras planetárias, tereis a felicidade de terdes contribuído com a iluminação de consciências, mesmo que muito ainda tenha que ser feito para os que virão.


Não importam as opiniões, mas importa o ‘trabalho’ que seja concretizado !


Que Deus vos dê a consciência plena do que estais a fazer… que vos encaminhe para os cometimentos ainda por serem conhecidos e realizados, para que possais estar agindo também completamente com as vossas capacidades de esclarecimento humano sobre as propriedades do magnetismo terreno para a atenuação de muitos dos impasses deste necessário trâmite do planeta e de sua alma.


Que o Pai nos abençoe ! Que o Pai nos ilumine !  Que o Pai nos engrandeça ! Que o Pai nos proteja !


E que seja feita, Pai, acima de tudo e sempre, a ‘Tua’ Vontade !… assim na Terra como no Céu !


‘Glória a Deus nas Alturas e Paz na Terra aos Homens e Mulheres de Boa Vontade !’




Maria de Nazaré

Mensagem canalizada por Rosane Amantéa e gravada para o livro ” Mensagens de Maria no Brasil “, na data de 27 de novembro do ano 2000, na sede da Fraternidade Espiritual da Estrela Ishtar, em Brasília- DF- Brasil.



Obs: Publico esta mensagem no blog nesta mesma data de sua chegada há dez anos atrás a pedido da própria Mãe Maria.




@Rosane Amantéa 2010

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Obrigada por incluir o nome do autor e o link do site quando repassar esta mensagem.

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