A Páscoa como Renascimento Interior – Texto sobre Filosofia Esotérica

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Um Processo Circular de Renovação da Vida

Carlos Cardoso Aveline

A ressurreição que a Páscoa cristã comemora anualmente está ao alcance de cada ser humano o tempo todo.

O cristianismo velho e triste do dogma, da cruz e da intolerância dará lugar durante o século 21 a uma nova espiritualidade inter-religiosa, filosófica, otimista e voltada para o futuro.

A tradição cristã – assim como outras religiões – pode e deve passar por uma morte e um renascimento. A disciplina espiritual é dura e inevitável para quem quiser trilhar o caminho místico. Mas ela não é feita de tristeza ou dogmatismo, e sim de liberdade interior,  responsabilidade própria e contentamento.

A própria base da tradição cristã é pagã, panteísta e ecológica. As principais datas do calendário cristão se apoiam, na verdade, sobre comemorações não-cristãs que celebram o Sol e os ciclos naturais.

A Páscoa, por exemplo, é comemorada no equinócio da primavera, no hemisfério norte, e no equinócio do outono, no hemisfério sul.  Nesta época do ano, a noite e o dia têm exatamente a mesma duração. A partir da Páscoa, o equilíbrio entre a luz e a sombra é rompido a favor da luz solar, no hemisfério norte. Por isso, tradicionalmente, a Páscoa é vista como o anúncio de um novo começo e como algo que abre espaço para o ressurgimento da vida em todas as dimensões da natureza.

Até o século 19, ainda era costume em certas regiões da Europa sair para a natureza na madrugada  do dia da Páscoa e assistir ao nascimento do Sol. Havia a convicção de que o astro-rei dançava de alegria nesse dia, logo acima da linha do horizonte, comemorando o novo período anual de predomínio da luz.

Nos países do hemisfério sul, onde a celebração da Páscoa marca o equinócio de outono, o  momento anuncia a caminhada em  direção ao inverno. Neste caso, o renascimento da Páscoa não é um processo físico ou externo, mas sim interior e espiritual.

O Natal é outro evento pagão de que o cristianismo apenas se apropriou. O nascimento de Jesus é comemorado exatamente no solstício de inverno do hemisfério norte, o auge da estação fria,  a época do ano em que a noite é mais longa. Daí a neve de algodão nos presépios brasileiros. É a partir do solstício de inverno (24-25 de dezembro) que a luz já não perde mais energia e volta pouco a pouco a recuperar sua intensidade, do ponto de vista dos países situados acima da linha do Equador.

Na Roma pagã, o dia 25 de dezembro era dedicado à festa  do “nascimento do sol invencível”. Foi só em meados do século 4 que a  data foi adotada pelos cristãos para comemorar o nascimento de Jesus, “o sol da justiça”.

Assim, a religião cristã é filha e herdeira das antigas tradições  religiosas de comunhão com a natureza e com os astros no céu.  Isso explica por que o texto bíblico Eclesiastes (43: 1-5) celebra o Sol e a Lua deste modo:

“Orgulho das alturas,  firmamento de claridade,  assim aparece o céu em seu espetáculo de glória. O Sol proclama ao nascer: ‘Como é admirável a obra do Altíssimo’. Grande é o Senhor  que o fez, e com sua palavra apressa o seu curso. Também a Lua, sempre exata, a mostrar os tempos, é sinal eterno…”

Para a filosofia esotérica, a transformação de inteligências cósmicas em figuras antropomórficas e  personalizadas é um processo de produção de metáforas e imagens apenas simbólicas. O cosmo é um grande ecossistema inteligente. Embora Francisco de Assis seja famoso por sua visão universal e  panteísta da natureza, muito antes dele o Eclesiastes já exaltava o relâmpago, a neve, as nuvens, os pássaros, o trovão, os montes, o vento, o deserto, e os encarava todos como aspectos externos do processo divino universal.

A Páscoa simboliza, portanto, o renascimento espiritual de todos os seres como parte do ciclo anual e natural da vida.

“A sabedoria consiste em saber o nosso lugar em cada ciclo vital, e  em saber que tipos de ação são necessários para cada momento”, escreve Richard  Heinberg. [1]

Para quem vive no hemisfério sul, há um clima de renascimento físico no equinócio da primavera, em 23 de setembro, porque nesta época do ano tudo  que é verde passa a ressurgir ao nosso redor.

Ao contrário da Páscoa do Norte, a Páscoa outonal do hemisfério sul prepara e anuncia o inverno externo, mas também produz  uma purificação interior. É quando a vida começa a se retirar do plano físico que ela pode florescer melhor no plano espiritual.

Antes do renascimento interior, deve haver a morte, a perda, a renúncia, a austeridade, “tapah”, em sânscrito.

Quarenta dias antes da Páscoa, no auge das dificuldades e do frio no hemisfério norte, começam a quaresma e o jejum. A palavra “carnaval” vem do latim medieval carnelevarium, que significa “afastar a carne”, abster-se de comer carne.

Para alguns, jejum talvez seja uma penitência e um castigo.  Na verdade, comer menos e purificar-se como preparação para um novo ciclo nada tem a ver com castigo ou infelicidade. A prática moderada de jejum é recomendável para a manutenção da saúde. O Jesus do Novo Testamento não foi o único a jejuar. “Todos os grandes mestres da humanidade, dentro e fora do cristianismo, conheciam o mistério dinâmico de dois fatores: o jejum e a oração”, escreveu Huberto Rohden. [2]    E um Mestre dos Himalaias escreveu:

“Jejum , meditação, castidade em pensamento, palavra e ação; silêncio durante certos períodos de tempo para permitir que a própria natureza fale a quem se aproxime dela em busca de informação; domínio das paixões e impulsos animais; completa ausência de egoísmo nas intenções, e o uso de certo incenso e certas fumigações com objetivos fisiológicos, têm sido apontados como instrumentos desde a época de Platão e Jâmblico, no Ocidente, e desde os tempos ainda mais remotos de nossos Rishis hindus.” [3]

O processo de purificação interior que prepara um Renascimento não é necessariamente fácil. Um trecho da Bíblia mostra isso e ilustra a necessidade de coragem. Segundo o Novo Testamento, certo dia, quando já faltava pouco para a Páscoa dos judeus, Jesus foi até Jerusalém.   Chegando ao templo, viu vendedores de bois, ovelhas, pombas e diversos cambistas comodamente sentados e tratando de ganhar dinheiro.  Armado de um chicote, Jesus expulsou-os do templo. (João,  2: 13-22).

Talvez a primeira conclusão a tirar do episódio é que a Páscoa não deve ser vista como um processo meramente comercial. Não há nada de errado em comprar e vender. O que se deve evitar é a confusão entre o que é comercial e o que é sagrado. Além disso, a idéia de comércio nesse trecho do Novo Testamento é simbólica. Ela se refere a toda busca de lucro ou vantagem pessoal à custa de outrem. O templo, na verdade, é a própria consciência de cada indivíduo. Os “mercadores” a serem “expulsos” são a cobiça, o medo e ambição.  A verdadeira Páscoa ocorre no mundo interno, e para vivê-la é preciso deixar de lado a avidez por ganhos pessoais, inclusive aqueles que são sutis. A Páscoa real celebra o renascimento interior que vem depois que o eu pessoal toma a dura decisão de deixar de comportar-se como se fosse o centro do universo. Isso ocorre porque ele descobriu, de fato,  a realidade eterna que há além das ilusões pessoais de curto prazo.

Em toda caminhada espiritual há resistências e obstáculos a vencer.  Por isso, no episódio da expulsão do templo, os vendedores discutem com Jesus e o mestre faz um desafio que antecipa o futuro:

“Destruam esse templo e o levantarei em três dias”.

O Evangelho acrescenta que Jesus não está falando do templo externo, mas do seu próprio corpo.

O corpo físico humano é como um templo que não deve ser desrespeitado porque nele mora um espírito divino, uma alma imortal.  Esse templo pode ser destruído, porque a morte é uma necessidade. Mas ele ressurgirá – porque a cada morte corresponde um renascimento.  A filosofia esotérica concorda com Pitágoras e ensina que a reencarnação é um fato e uma lei.

Nem tudo pode ser dito abertamente, a qualquer momento e para qualquer pessoa.  É preciso ter cuidado com as palavras. Mestre Jesus falava ao povo contando pequenas histórias que possuem vários níveis de significados. Um dia, ele explicou aos seus discípulos mais próximos:

“A vocês foi dado o mistério do reino de Deus; aos de fora, porém, tudo é dito em parábolas para que, vendo, não percebam, e, ouvindo, não entendam”. (Marcos, 4: 1-2)

O que Jesus mostra nessa passagem é que existe no seu ensinamento um aspecto esotérico (interno) e outro exotérico (externo), “para os de fora”. Uma condição central para ter acesso ao aspecto esotérico do ensinamento é a prática das suas lições na vida diária.

“Todo aquele que ouve estas minhas palavras e as põe em prática será comparado a um homem sensato que construiu sua casa  sobre rocha”, disse ele ao povo. “Caiu a chuva, vieram as enxurradas, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, mas ela não caiu, porque estava alicerçada na rocha” (Mateus, 7: 24-27).

Para a filosofia esotérica, as escrituras sagradas das diferentes tradições são coleções de mitos, parábolas e narrativas simbólicas. Funcionam como grandes redes generosamente  atiradas pelos pescadores de almas ao mar aberto da humanidade, que só pescam e trazem para os círculos internos aqueles que têm discernimento maduro e tentam continuamente praticar o que aprendem, de modo gradual mas crescente.

Tais aprendizes vivem em harmonia com o ensinamento e por isso vão adquirindo “olhos para ver” e “ouvidos para ouvir”.  Aos poucos, a sabedoria espiritual forma uma espécie de templo  na mente  do aprendiz. Esse santuário interiordeve ser protegido das oscilações de curto prazo.

Jesus usava alegorias,  e a própria vida de Jesus – tal como narrada nos Evangelhos – é uma parábola. Foi montada com base em ensinamentos e narrativas de religiões e tradições mais antigas que o  cristianismo, inclusive o hinduísmo e o budismo.  [4]

O nascimento do Mestre, a traição  que sofreu por parte de  alguém  muito próximo e que o levou à morte, a sua ressurreição, e até a promessa de uma “segunda vinda”, são, todos,  pontos que coincidem com uma lenda egípcia muito mais antiga que os evangelhos cristãos –  a  lenda de Osíris.  E há outros elementos “cristãos” tomados da tradição do Egito, como veremos.

O costume de falar por parábolas está presente nas antigas escolas de mistérios. No Ocidente, era uma característica  central do ensinamento de Pitágoras, 500 anos antes da era chamada cristã. O cristianismo romano alimentou-se abertamente do mundo grego. O próprio sacrifício de Sócrates,  que viveu de 470 a 399 antes da era cristã,  já foi comparado à lenda evangélica da morte de Jesus  pelo pensador brasileiro Alceu Amoroso Lima. [5]

Helena P. Blavatsky explicou:

“Cada atitude do Jesus do Novo Testamento, cada palavra atribuída a ele,  e cada fato relacionado a ele durante os três anos da missão que afirma-se que ele cumpriu, estão baseados no Ciclo da Iniciação, um ciclo fundado na precessão dos equinócios e nos signos do Zodíaco”.[6]

O próprio Ciclo da Iniciação é mencionado na lenda dos evangelhos quando Jesus se refere ao “caminho estreito e difícil que só uns poucos encontram” (Mateus, 7:13-14).

Em “Ísis Sem Véu”, H.P.B. escreveu:

“Era a doutrina da Índia antiga que Jesus estava pregando, quando recomendava a completa renúncia ao mundo e às suas futilidades para buscar o reino dos céus,  Nirvana”. [7]

Jesus ensinava sobre a ressurreição e a descrevia como algo que estará ao alcance –  algum dia –  de todos aqueles que percorrerem o “caminho estreito”.  Mas o que é, exatamente,  ressurreição?

Há vários níveis de resposta para esta pergunta. Vejamos dois deles. Por um lado, a grande ressurreição constitui um projeto de longo prazo. Ela é a libertação espiritual completa, a iluminação definitiva, alcançada apenas por grandes sábios depois de percorrerem,  como Jesus, “todo o ciclo da iniciação”, um processo que envolve repetidas encarnações.

Por outro lado, existe também uma modalidade de ressurreição que está apenas um passo à nossa frente. Podemos vivê-la em pequena escala e no estágio de desenvolvimento em que estamos.  Esse é um detalhe decisivo.  Toda longa caminhada deve começar com um primeiro e pequeno gesto feito exatamente onde o indivíduo está.

O primeiro passo só depende de cada um, e cada passo é sempre o primeiro da extensa caminhada. O longo ciclo das iniciações é vivido em pequena escala no dia-a-dia, porque o microcosmo reflete o macrocosmo. O Sistema solar está presente em cada átomo. O caminho do autoconhecimento encontra o seu resumo fiel  num dia de 24 horas e numa  semana de sete dias. O descanso da noite – e o final da semana –  são como a ressurreição.

A celebração da Páscoa – um costume seguramente pré-judaico e inter-religioso – constitui uma prova viva de que a evolução da alma se dá em comunhão com  o ciclo anual do Sol, e de que coincide com o ciclo das grandes iniciações da filosofia oriental.

Os ovos de Páscoa são herança dos festivais pagãos da primavera do hemisfério norte.  Eles simbolizam o renascimento da vida em toda sua variedade.  Já a presença do coelho nesse “festival de renascimento”  pertence à cultura egípcia. A lebre era símbolo da fertilidade e representava  a periodicidade dos ciclos naturais da vida. A tradição afirmava que o coelho costuma esconder ovos de Páscoa para as crianças procurarem.

As crianças estão ligadas à Páscoa e, de fato, elas são símbolos indiscutíveis do recomeço da vida.  Internamente todo ser humano é como uma criança até o final da sua existência, porque há nele algo que está  sempre  renascendo.  Quando o indivíduo passa a ser consciente disso, ele vive  mais diretamente a primavera permanente que se oculta em cada uma das quatro estações do ano. E isso não é tudo.  Ele também vive com mais eficiência o ciclo maior das quatro idades de uma vida completa.

O outono simboliza a maturidade. O inverno é a velhice. A primavera é a infância, e o verão, a juventude. As quatro idades são igualmente importantes. Não basta ser como crianças para ter acesso ao reino dos céus, isto é, à consciência nirvânica. Para alcançar a iluminação e receber a bênção eterna, é preciso viver simultaneamente as quatro estações do ano a cada dia.

Deve-se combinar a generosidade e a capacidade de aprender, que caracterizam a primavera, com a força e a coragem do verão, que simboliza a juventude.  A maturidade do outono, assim como a sabedoria e a humilde renúncia que são típicas do inverno, constituem características igualmente importantes para quem quer viver a Páscoa de modo completo.

NOTAS:

[1] Richard Heinberg em “The Meaning of the Solstices”, artigo na revista teosófica The Quest, inverno de 1993, Wheaton, Illinois, EUA.

[2] “O Poder do Jejum”, coletânea, volume da Ed. Martim Claret, 1995, p. 50.

[3] “Cartas dos Mahatmas Para A. P. Sinnett”, Ed. Teosófica, Brasília, 2001, edição em dois volumes, Carta 20, volume I, p. 135.

[4] Para ver uma demonstração do caráter lendário dos Evangelhos cristãos,  examine o longo trecho da obra “Ísis Sem Véu” em que  Helena Blavatsky faz um estudo comparado das narrativas sobre as vidas de Krishna, Buddha e Jesus. (“Ísis Sem Véu”, H.P.B., Editora Pensamento, SP, edição em quatro volumes, ver volume IV, pp. 165-170, e também p.179, entre outras.)

[5] Platão, “Apologia de Sócrates”,  prefácio de Alceu Amoroso Lima, Edições de Ouro, 16a. edição.

[6] “Reply to the Mistaken Conceptions of the Abbé Roca Concerning My Observations on Christian Esotericism”, texto incluído em “Collected Writings”, Helena P. Blavatsky, edição em 15 volumes.  Ver volume IX, TPH, India, 1962, 488 pp., página 225, nota ao pé de página.

[7] “Isis Unveiled”, Helena P. Blavatsky, Theosophy Company, Los Angeles, vol. II, p. 286.

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Artigo originalmente publicado em www.FisosofiaEsoterica.com

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O ESPELHO DA CONSCIÊNCIA CRÍSTICA E O AMOR INCONDICIONAL pelo Mestre Jesus

Mensagem canalizada através de Natalie Glasson

12 de Fevereiro de 2012.

Eu venho até vocês com um imenso amor. Eu sou o Mestre Jesus. É sempre uma honra compartilhar a sabedoria e comunicar-me diretamente com a sua alma. Eu envio a cintilante Consciência Crística dourada para envolvê-los e ampliar as suas energias. Neste dia há uma maior ampliação da energia do Criador dentro de vocês; é um dia mais sagrado que é uma parte da sua evolução espiritual.

Neste momento há uma necessidade de se concentrar constantemente na ampliação das suas energias, bem como conhecer cada aspecto do seu ser completamente. Estão conscientes de todas as energias que criam e que vibram em seu ser? Na verdade, quando na Terra, é mais difícil estar plenamente consciente, mas eu gostaria de lhes enfatizar que há uma necessidade de estar mais consciente da energia que compõe todo o seu ser enquanto estão neste momento atual. Se estiverem conscientes de sua própria energia e das vibrações, então estão conscientes das suas forças energéticas, bem como dos seus hábitos repetitivos energéticos. Vocês estão agora transformando cada dia, assim é essencial que permaneçam focados e cientes de suas próprias energias, deste modo estarão cientes das energias que desejam que o Criador amplie.

Aspiro a torná-los conscientes de uma ferramenta que existe no Ashram do Instrutor do Mundo nos planos internos. É uma ferramenta composta da luz da Consciência Crística e parece como um espelho. Vocês têm a capacidade de pedir que o Espelho da Consciência Crística desça a sua realidade e descanse diante de vocês, enquanto vocês meditam ou estão em silêncio. Então há uma necessidade de que construam a energia do amor do interior do seu corpo e a partir do seu corpo, emanando-a ao Espelho.

Vocês podem desejar saber como construir a energia do amor do interior do seu ser. A minha crença é de que a forma mais pura de amor vem da emoção e da intenção de gratidão. Se forem gratos por tudo o que são, por tudo o que têm e da presença dos seus guias e do Criador dentro do seu ser, vocês podem perceber que a vibração do amor simplesmente evolui a partir do seu ser. Se forem capazes de praticar a criação da presença e do sentimento de gratidão, perceberão que o amor é muito fácil de acessar em seu ser e que vocês têm muito amor para compartilhar com os outros sem razão. Isto também significaria que vocês podem existir em um estado de expressão amorosa sempre que desejarem,seja o que for que estiver ocorrendo ao redor e dentro de vocês.

Para praticar acessar e expressar o amor, imaginar o seu amor fluindo para o Espelho da Consciência Crística é extremamente poderoso. O Espelho da Consciência Crística aumentará e ampliará o amor que vocês expressam, enviando a energia que vocês criaram e que expressaram prontamente, novamente para o seu ser. Isto pode ser uma prática intensa de se amar incondicionalmente. Quanto mais se concentrarem em se amar incondicionalmente, mais descobrirão que o seu amor por si mesmo  cura-os e os rejuvenesce em um nível físico, emocional, mental e energético. Até a sua realidade e as suas experiências podem ser transformadas com o seu amor por si mesmo. Muitas pessoas estão cientes disto, mas ainda não se permitem praticar o processo do próprio amor incondicional, devido aos medos ou às perspectivas da mente. O Espelho da Consciência Crística permitirá que as energias fluam novamente para o seu ser, dissolvendo hábitos negativos ou padrões recorrentes, ajudando-os a dominar o processo de aceitar o amor, bem como compartilhar o amor.

Frequentemente, quando vocês se concentram em se amar incondicionalmente, deixam de perceber que algumas vezes nesta existência, vocês não se acostumam ao amor do Criador fluindo em seu ser e inconscientemente bloqueiam a energia do amor, ainda que seja a sua própria expressão de amor. Para os seres humanos, o amor é muitas vezes interpretado erroneamente como uma ligação ou como um processo que cria a dor. Isto é porque o amor é associado aos relacionamentos e ao amor romântico. O amor do Criador não é um vínculo de ligação e nunca lhes causará dor; é simplesmente uma vibração energética ou uma consciência que é sempre puramente amorosa. Há uma necessidade de que a humanidade compreenda que eles são dignos da energia puramente amorosa do Criador. É o seu direito divino aceitar esta energia, especialmente quando ela flui do aspecto puramente amoroso do Criador dentro de si mesmos. Ao enviarem a sua energia amorosa para o Espelho da Consciência Crística, vocês começarão a curar e a restaurar as suas energias em muitos níveis de seu ser, e o mais importante, dissolvendo este aspecto de vocês que não quer aceitar o amor incondicional do Criador. É essencial compreender que o amor que vocês enviam ao Espelho não precisa de um propósito. É mais influente se o seu foco for simplesmente a criação da energia do amor.

Enquanto o Espelho da Consciência Crística os ajuda a expressar e a receber o amor, ele também ampliará o amor que vocês criam, trazendo a sua atenção novas compreensões em relação a vocês e a sua energia. O Espelho mantém a vibração da Consciência Crística, portanto, trará somente a sua atenção às partes amorosas do seu ser ou às áreas onde mais amor precisa ser ancorado. Esta é uma oportunidade maravilhosa para aprender mais sobre vocês e a sua energia, compreendendo as maravilhosas vibrações internas, que vocês podem ampliar para manter uma maior presença em seu ser. Talvez vocês se tornem conscientes da beleza de sua alma, sejam lembrados das ações gentis, ou se vejam como a sua verdade. Quanto mais começarem a explorar a sua própria vibração do amor, mais estarão explorando a vibração de amor do Criador, tornando-se um com o Criador mais uma vez. Com a vibração do amor surgem muitas qualidades maravilhosas e vocês perceberão enquanto se aproximam de 12/12/12 e de 21/12/12 que vocês têm uma energia abundante, com muitas qualidades, vibrações e habilidades divinas e sagradas, que serão ampliadas pela luz e pela alma amorosa do Criador.

Eu os encorajo a invocar o Espelho da Consciência Crística do Ashram do Instrutor do Mundo nos planos internos. Digam simplesmente:

“Guiado pela assistência do Mestre Jesus, eu desejo experienciar e trabalhar com o Espelho da Consciência Crística para desenvolver a presença do amor do Criador dentro de mim, de modo que eu possa expressar e receber o amor do Criador, curando o meu ser em todos os níveis. Permita que o Espelho da Consciência Crística amplie as qualidades amorosas, as vibrações e as habilidades do meu ser, permitindo-me alcançar a iluminação apropriada, na forma mais apropriada do Espelho da Consciência Crística. Obrigado.”

Inspire a Luz do Mestre Jesus em seu ser, enquanto vocês permitem que o Espelho da Consciência Crística se forme diante de vocês.

Desenvolvam a vibração do amor de dentro do seu ser, enviando-a ao Espelho da Consciência Crística.

(Se tiverem dificuldade em imaginar o Espelho, vocês podem praticar em frente de um Espelho real pedindo que o Espelho da Consciência Crística se funda com o espelho verdadeiro.)

Enquanto a energia se forma, estejam conscientes de receber a energia do amor enquanto vocês inalam, expressando a energia do amor, enquanto exalam.

Uma vez que sejam capazes de experienciar verdadeiramente a presença da energia amorosa do Criador dentro de vocês, peçam simplesmente que uma iluminação apropriada ou um insight seja compartilhado, uma energia que precise ser ampliada ou uma área do seu ser e realidade que precise de mais amor. Concedam um tempo para explorar e compreender a sua energia amorosa.

Espero que achem esta ferramenta extremamente útil. É através da busca de descobrir o amor do Criador em seu interior que vocês poderão manifestá-lo em sua realidade e na Terra para criarem a Era do Amor.

Com Amor.

Mestre Jesus.

www.omna.org

All you need is Love – http://www.youtube.com/watch?v=eVL60emtkDw&feature=related

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

Texto extraído de: Anjo de Luz

A ILUSÃO SERÁ SOPRADA DE SUAS MENTES – Jesus

 A ILUSÃO SERÁ SOPRADA DE SUAS MENTES
Jesus através de John Smallman
em 16 de outubro de 2011

 A humanidade está se aproximando do final de sua jornada de volta para casa, para despertar, após éons de confusão e luta, e a suprema alegria desse momento os aguarda ansiosamente.

Será uma ocasião de uma magnificência de tirar o fôlego quando a ilusão se dissolver e vocês reconhecerem uns aos outros como vocês verdadeiramente são – seres divinos criados por Deus, à Sua própria semelhança, reflexos brilhantes e gloriosos de seu Pai Celestial em um estado de União eterna e harmoniosa.

A Realidade – o Céu – é o seu Lar, e é onde vocês têm toda a sua existência eterna e ininterrupta em um estado de constante alegria.

Sua atual experiência contínua como humanos é um estado imaginário que somente permanece se vocês a apoiam, mas porque vocês ficam tão acostumados a ela, tão familiarizados a ela, e porque vocês não têm recordação de seu verdadeiro estado, é extremamente difícil para vocês terminarem com seu apoio a ela.

Vocês continuamente a recriam, tentando torná-la mais real ao se engajarem em relacionamentos que vocês esperam que lhes trarão aceitação, amor e felicidade, porque sem eles vocês se sentem sozinhos e irreais – e estar sozinho é irreal.

Neste estado alienado, os outros, por mais que eles possam ser próximos de vocês, parecem diferentes ou estranhos, com desejos, necessidades, experiências e crenças diferentes, e isso é muito ameaçador para vocês.

Como vocês podem confiar em alguém que não é um com vocês, mas, ao contrário, tem necessidades, ideias e crenças diferentes?

Vocês não podem.

Então vocês armam defesas, como todos os outros, e então vocês compartilham somente os seus aspectos que vocês julgam aceitáveis.

Como resultado, não importa quanto tempo vocês passam em companhia dos outros, vocês sempre se sentem sozinhos, tendo por companhia somente os seus aspectos inaceitáveis, e eles reforçam sua sensação de alienação.

Felizmente as imagens que vocês têm de si – seu sendo de identidade – são bastante inválidas: elas são limitadas, os seus egos imaginários que vocês inventaram para poder ir e jogar em sua ilusão.

Os egos não confiam neles e nem no outro, porque cada um deles é individual, com agendas individuais de auto-serviço, já que eles são exatamente o que vocês precisavam para fazer seu jogo de estar separados de Deus.

Sua imaginação é muito poderosa, e é por isso que vocês conseguiram construir uma ilusão tão convincente, e daí inventaram e habitaram corpos que poderiam experienciar intensa dor física e agitação emocional, e com o que vocês se identificaram, tornando-se cada vez mais convincente e ameaçador.

Quanto pior ficava a experiência, mais convincente ela se tornava, a ponto de parecer que mesmo se vocês não estivessem em dor e sofrimento no momento, era praticamente certo que muito em breve estariam.

E então o jogo tornou-se um longo exercício de comportamento defensivo essencial que jamais poderia proporcionar a proteção e a segurança que vocês procuravam tão desesperadamente.

Mas, claro, por mais real que possa parecer, isso verdadeiramente é uma ilusão, da qual vocês podem e irão se libertar; e o momento em que vocês o farão está se aproximando rapidamente.

Todos dos reinos espirituais estão constantemente lhes oferecendo o amor e a orientação de que vocês precisam para encontrar a saída da ilusão e o caminho para casa, para a Realidade.

Todas as vezes que vocês têm um pensamento amoroso, dizem uma palavra amorosa, ou se unem em uma ação amorosa – não importa se possam parecer pequenas ou insignificantes – vocês avançam inexoravelmente para despertar.

A orientação amorosa vertendo na ilusão para ajudá-los é fantástica em sua abundância e compaixão, e consequentemente, a ilusão será soprada de suas mentes, levando-os a um estado da mais maravilhosa claridade.

Toda a sua dúvida e descrença quanto aos reinos não visíveis que (enquanto vocês permanecerem contidos e restringidos em seus corpos) parecem como utopia, fantasias tolas e doce ilusão se dissolverão.

Finalmente vocês despertarão no glorioso esplendor da divina Realidade de Deus e a reconhecerão como seu Lar eterno, em que nada pode acontecer que poderia, mesmo de um modo mínimo, perturbar a infinita harmonia e o êxtase com que vocês são envolvidos em todos os momentos da sua existência imortal.

Seu amoroso irmão, Jesus.
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Fonte: http://johnsmallman.wordpress.com/

Tradução: SINTESE
http://blogsintese.blogspot.com/

HÁ GRANDE TREMOR ACONTECENDO AGORA MESMO DENTRO DE MUITOS, EM TODO O PLANETA – Jeshua

 

 

 

 

 

HÁ GRANDE TREMOR ACONTECENDO
AGORA MESMO DENTRO DE MUITOS, POR TODO O PLANETA…
Mensagem de Jeshua – Canalização: Faye Rouchi
Publicada em 03 de julho de 2011

 

 

 

 Há grande tremor acontecendo agora mesmo dentro de muitos, por todo o planeta.

Então, se não há nenhum planeta, se é só vibração traduzida como um planeta, o que isto realmente significa?

Retirando todas as histórias, todos os contextos históricos aqui, puramente em um nível enérgico, nós podemos discutir isto.

Mas primeiro, vou prefaciar que todas as traduções de vibração que vocês veem são somente símbolos, símbolos que muitos compartilham e muitos símbolos mais individuais também.

A Terra é um símbolo que vocês compartilham.

A Terra serve como um símbolo que define a energia, a consciência de um ser, uma irmã para vocês, que vocês chamam de Gaia.

Muito muda nesse corpo, Terra, conforme a energia de Gaia muda, conforme a consciência dela muda.

Isto afeta todas as energias que estão combinadas com a energia dela.

Esta combinação pode ser chamada de holográfica; significando que uma mudança em um é uma mudança em TODOS.

Assim, já que cada um de vocês muda sua energia, sua vibração, sua consciência, TODOS são mudados.

Conforme estas mudanças ocorrem seus símbolos mudam, como padrões climáticos, terremotos, explosões solares, etc.

Todas estas ocorrências são símbolos de mudança.

É bom pensar nos elementos aqui, fogo e água.

Fogo, transformação; água, luz líquida, luz condensada em água.

Fogo e água compartilham muitos atributos, mas uma diferença principal é a temperatura, quente e frio, água/frio/congelado… fogo/quente/líquido em suas alterações mais extremas.

Estes dois elementos se combinam dentro do ar, a atmosfera, onde eles são mais difíceis de compreender para o humano já que eles parecem perder a forma visual e física.

O vento é criado com a dança da água e do fogo.

Pensem nestas coisas ao verem os padrões climáticos e tal, e vejam as mensagens que eles têm para vocês, coletiva e pessoalmente.

Qualquer padrão climático que vocês experimentam pessoalmente, vocês o criaram por conta própria, dentro de seu próprio Universo pessoal na ocasião, ou coletivamente.

Há uma mensagem aí para vocês sobre o que está se passando dentro de vocês.

Muitas vezes isto será óbvio para vocês, outras vezes será menos óbvio.

Eu lhes recomendo que comecem relacionar o tempo como um indicador de sua liberação de energia e de sua expansão de consciência.

Vocês conhecerão a dança muito pessoal que vocês realizam uns com os outros, o modo como vocês interagem com os elementos e os instruem em suas criações com eles.

Solidez é uma ilusão, símbolos que sua mente usa para traduzir a energia em forma para vocês.

Comecem a observar o que parece sólido de um modo mais simbólico.

Não há nenhuma necessidade de analisar, apenas simplesmente observem.

Lembrem-se: vocês são os mágicos, os condutores destas coisas.

Não os tomem por certo.

Observem mais de um modo simbólico.

Vejam o mundo como sua pintura em uma tela.

Hoje vocês escolheram a cor azul, ontem foi o vermelho, por exemplo.

Olhem para o que vocês vieram conhecer como mundo e comecem a reconhecer o que vocês estão usando para pintar determinado quadro.

Passem a reconhecê-lo como seu reflexo, o que ele verdadeiramente é.

Vocês pintaram principalmente sorrisos ou carrancas bravas nas faces de seus irmãos e irmãs?

É suficiente apenas simplesmente observar isto, porém saibam que como o artista, vocês podem mudar os componentes.

Para fazer isto, simplesmente tenham a intenção.

Tenham a intenção de ver mais sorrisos em sua pintura.

Vejam como vocês afetam o reflexo e o reflexo afeta vocês.

É uma dança maravilhosa que vocês realizam como os mágicos de sua realidade na Terra.

Lembrarem-se disto, reconhecerem isto do modo correto, os põe no modo de criador, bem longe do modo de vítima.

E também eleva sua perspectiva do seu Eu e os alinha com uma visão mais Cósmica.

Vocês são artistas e vocês estão pintando seu mundo, seu caminho, e em todos os momentos.

Não é para vocês aprenderem a fazer isto, pois vocês já estão fazendo isto, mas é sábio vocês começarem a reconhecer isto, darem-se conta disto.

É SUA realidade e vocês podem pintá-la de qualquer modo que vocês desejarem.

Nós somos Um.

Eu sou Jeshua, conhecido por vocês como Jesus, mas na Verdade eu sou vocês, pois vocês são o Cristo, em Unidade nós somos a Consciência do Cristo.

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Fonte: http://lightworkers.org/
Tradução: SINTESE
http://blogsintese.blogspot.com/

Fonte: http://anjodeluz.ning.com